quinta-feira, 24 de março de 2011

Grandes expectativas



Administrar nossas esperancas e perspectivas diante da vida pode ser uma boa forma de lidar com as frustracões que invariavelmente vão surgir em nosso caminho
texto Rafael Tonon ilustracões Éber Evangelista

Depois de 24 anos trabalhando em uma multinacional, Maria Cristina Scarpato resolveu deixar para trás a posição de gerente de qualidade e uma oferta de promoção para investir uma nova empreitada: abrir sua própria empresa. Apesar de ter chegado a um patamar que nove entre dez executivos almejam, ela se sentia estacionada na função. “Minha maior frustração era perceber que poderia ficar acomodada ou me tornar uma especialista que só serviria para um tipo de atividade para o resto da minha carreira”, diz ela.

Maria Cristina nadou contra a maré das expectativas profissionais da maioria das pessoas. Afi- nal, convencionou-se acreditar que o padrão para ser bem-sucedido está justamente em ter uma boa posição em uma grande empresa, com ótimos benefícios e, claro, um excelente salário.

Os sociólogos estudam algo que chamam de frustração social: uma decepção que não está ligada a uma situação objetiva, mas a uma percepção coletiva que se tem dela. Existem padrões sociais para tudo, inclusive para nossas carreiras. Muitas pessoas levam esses padrões a sério demais, e tendem a se sentir desiludidas – fracassadas até – se não os alcançam. “O padrão de cada um é determinado individualmente, cada pessoa tem um desejo, um objetivo diferente para sua vida”, afirma Emerson Ciociorowski, coach e autor do livro Executivo – O Super-homem Solitário.

A meta de Maria Cristina era compartilhar seus conhecimentos com outras pessoas, outras empresas. Hoje ela está muito mais satisfeita por ter batalhado pelo conceito que ela tinha de realização. “Agora viajo muito, algumas vezes tenho saudades de 30 dias de férias, mas sinto-me renovada, muito valorizada, útil e reconhecida”, afirma

Não é todo mundo que se sente assim. A principal frustração que assola os escritórios e empresas mundo afora está ligada ao reconhecimento. Ou, melhor dizendo, à ausência dele. Isso acontece, segundo Ciociorowski, por conta da falta de objetividade do que se espera de um funcionário. Como não sabe o que exatamente a empresa quer dele, ele acaba se esforçando demais e faz uma série de coisas que, de repente, não têm o menor valor. E isso gera uma decepção muito grande.

O primeiro passo para evitar essa sensação é saber o que a empresa almeja de você. Vale um papo franco com seu chefe para entender quais as suas reais atribuições. Se você quer ser promovido, mas isso não acontece, questione: que atributos são exigidos para o cargo? Será que tenho todas as habilidades e talentos necessários? “Temos que assumir a responsabilidade sobre nosso próprio desenvolvimento. Não adianta ficar desmotivado, culpando o outro por suas frustrações”, afirma o consultor.

A melhor maneira de evitar desilusões é planejar com realismo suas metas. O importante é procurar trabalhar em empresas que tenham os mesmos valores que os seus – ou até ser autônomo ou abrir seu próprio negócio se estiver difícil encontrar alguma empresa que se enquadre no que você acredita. Nossos valores são a base de todas as nossas escolhas. Ir contra eles é certeza de frustração.

Novidades!!

Em breve terei novidades!!
Se Deus nos abençoar e der tudo certo, vamos colocar em praticar um projeto que fizemos na faculdade. Por enquanto é só isso que posso contar. Mas quero registrar aqui minha expectativa. Vou aproveitar a até postar até uma mensagem sobre EXPECTATIVA.

terça-feira, 22 de março de 2011

Você gosta do que faz?

Você gosta do que faz?
Você se sente realizado com o seu trabalho?
Você tem prazer de ir para o trabalho?
Seus olhos brilham quando você conta para alguém como foi o seu dia, sobre os seus projetos que realizou?
Há coisa pior do que passar a maior parte do dia e da vida produtiva fazendo o que não gosta?

Se este não é o seu caso, saiba que você não é o único. São poucas as pessoas que encontram realmente paixão naquilo que fazem, mas são justamente elas exemplos de profissionais bem-sucedidos, tanto no campo pessoal quanto o profissional. Veja os exemplos ilustres de Antônio Ermírio de Moraes, Abílio Diniz (da rede Pão de Açúcar), a empresária Milú Vilela, a escritora Maria Adelaide Amaral, entre outros.
A possibilidade de fazer o que se gosta e unir prazer ao trabalho diário pode trazer, além de muita felicidade, entusiasmo e qualidade de vida, ganhos expressivos também financeiramente. É o que afirma Mark Albion, autor do livro "Making a Life, Making a Living", ainda sem tradução para o português. Albion concedeu recentemente uma entrevista à Revista Você S.A., onde comentou a pesquisa que realizou sobre o assunto. Ele investigou a vida de 1.500 profissionais que obtiveram seu diploma de MBA (Master in Business Administration) nas melhores escolas americanas há 20 anos. Quando fizeram sua primeira opção de emprego após o curso, 83% (1.245 pessoas) afirmaram que ganhariam dinheiro primeiro, para depois fazer o que realmente desejavam. Escolheram o emprego por causa do salário. O restante, 17%, disse que faria aquilo que realmente lhe interessava, independente da questão financeira. Vinte anos depois, os resultados são surpreendentes: entre os 1.500 pesquisados, Albion encontrou 101 multimilionários. Apenas um deles pertence ao primeiro grupo. Os outros 100 faziam parte do segundo, de 255 profissionais que seguiram sua paixão. A experiência mostra que as chances de ficar milionário fazendo o que se gosta são 50 vezes maiores de quem trabalha apenas para ganhar dinheiro.

A revista Época, em uma das suas edições, também abordou a questão: “Dá para ser feliz no trabalho?”. A reportagem foi baseada em dois livros sobre o tema, e me fez pensar sobre a minha relação com o trabalho. Eu adoro trabalhar. Mas conheço mais gente que detesta do que gente que gosta do que faz. E o curioso é que muitos dos que não gostam falam mais de trabalho do que eu. Não do trabalho em si, mas do ambiente do emprego. Parecem presos às disputas de poder, às fofocas, a quem está sacaneando quem, ao que o fulano disse ou deixou de dizer, aos supostos privilégios de um em detrimento de outro. São alimentados pelas pequenezas do cotidiano que os massacra. E, mesmo que não admitam, também colaboram com sua cota de intrigas. Mesmo que não admitam, há um prazer nessa dinâmica do dia a dia, seja num escritório revestido de mármore, seja num chão de fábrica.

Fiquei pensando por que eu gosto de trabalhar. Primeiro, para mim há uma diferença fundamental entre trabalho e emprego. Na minha divisão pessoal, o emprego é o lugar onde eu trabalho. Se meu emprego permite que eu trabalhe, é um bom emprego. Se não permite, é hora de sair em busca de um que me deixe trabalhar. Então, é uma relação de troca, para além do salário. Eu faço da melhor maneira aquilo que sei fazer de melhor, e o emprego me dá as condições e a autonomia para que eu possa fazer o melhor que sei fazer. Se essa relação está equilibrada, eu ganho e todos ganham. De tempos em tempos, eu faço uma análise dessa relação de equilíbrio. O resultado me mostra se algo precisa mudar. Na minha avaliação, interna e pessoal, entram não só as questões objetivas, mas também as subjetivas. Ou seja: o salário, os equipamentos, as condições, o espaço, o investimento é importante, mas ser tratada com respeito e educação é tão importante quanto. Se um dia eu tivesse um salário milionário, mas meu chefe cometesse o que hoje é chamado no Código Penal de assédio moral, tenho certeza de que não ficaria um minuto a mais.

Por isso sou feliz no trabalho. Não trabalho apenas para ter um salário que me permita adquirir bens, nem trabalho para agradar um chefe. Ter um bom salário e um chefe satisfeito é o melhor cenário. E é importante. Mas meu horizonte está além. Não é circunstancial, nem estou a serviço de um projeto corporativo ou do projeto individual de um outro. O que tenho é um projeto de vida que, naquele momento, coincide com o de um superior, de uma empresa. Coincide, mas não está preso a ele. Acredito que todos ganham quando um projeto coletivo é construído não por escravos modernos e corporativos, mas por gente livre. Nosso olhar sobre o mundo muda o mundo. Mesmo que seja um não-olhar, mesmo que seja uma falta. Se o seu olhar é vazio não é só a sua vida que se torna opaca, mas o que você poderia criar no mundo que se apaga antes de existir. O que somos e o que fazemos não é apenas uma profissão, um emprego, um meio de pagar as contas. É a expressão da singularidade de cada um de nós. É o nosso jeito único, intransferível e irrepetível de estar no mundo. E, com nosso trabalho, mudar o mundo e ser mudado por ele.

Quando você dá sentido ao seu trabalho, você não se deixa alienar. Seu trabalho não se torna algo separado de você, um produto que não é seu. Ao contrário. Ele é você, contém você, tem nele o seu desejo. Como expressão de sua passagem pelo mundo, seu trabalho lembra a cada dia de quem você é e do que realmente importa. Se isso não acontece, talvez seja hora de mudar. Não apenas de emprego, não somente o que está fora de você, mas algo um pouco mais profundo, bem mais fundo, mas que pode condenar ou libertar a sua vida.

quinta-feira, 10 de março de 2011

O progresso de mãos dadas com a TI

Em atividades de nosso cotidiano, das mais simples às mais complexas percebemos a presença da Teoria da Informação - TI. Os avanços tecnológicos vêm proporcionando cada vez mais melhorias e podemos afirmar que grande parte de muitas conquistas em áreas das mais distintas, se deu pelos avanços da tecnologia.
Para adequar-se as novas demandas as organizações devem perceber os impactos que a tecnologia exerce e o quanto é importante inseri-la em seus processos, este pode representar um diferencial competitivo no mercado, e para isso é fundamental desenvolver a capacidade de perceber as mudanças e antecipar-se às novas demandas, buscando novos investimentos em competências, tecnologias, produtos, serviços e mercados; de forma a abranger um leque de possibilidades e acompanhar as necessidades que mudam com freqüência e num ritmo acelerado.
Buscando melhorias na qualidade de vida, conforto e facilidade na execução de tarefas o homem vem aprimorando técnicas e criando aparelhos eletrônicos. O mundo tornou-se interligado e as informações se disseminam em uma velocidade impressionante e a cada dia surge algo mais novo, mais moderno, que proporcione mais praticidades e vantagens, estão sendo criados novos medicamentos e tratamentos para doenças que até então não possuía ao menos tratamento, novas máquinas e aparelhos que substituem a mão-de-obra, novas técnicas que auxiliam e otimizam a produção de bens e serviços, entre outras novidades que nos vem sendo apresentadas.
Destacamos então a importância da descoberta, avanço e inserção da TI. Dentro da organização ela não é mais somente mero item de suporte, que introduz a mecanização para substituir o trabalho humano, mas é para implementar, modernizar e maximizar os resultados, ressaltando que só é possível ocorrer melhorias se os investimentos em TI estiverem de mãos dadas com o objetivo organizacional, podendo assim proporcionar o aumento dos lucros por meio da diminuição dos recursos utilizados e aumento dos resultados, assim também é sua função no mundo de forma geral, maximiza os resultados e proporciona qualidades e melhorias sem dispor de muito tempo que atualmente é recurso escasso, portanto imprescindível para garantir uma administração eficaz e consequentemente sucesso com bons resultados.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011


Tecnologia da Informação: nova ferramenta das empresas

Nos dias de hoje, cada vez mais, a tecnologia da informação vem ganhado mais importância pra a vida das pessoas. Sua utilização já se tornou tão indispensável, que muitos de nós, já não imaginamos como seria a vida sem as facilidades proporcionadas pela tecnologia. Como reflexo disso, cresce a cada dia o numero de famílias que possuem computador e usam diariamente a internet.

E para acompanhar essas mudanças, no mundo organizacional não foi diferente. As empresas lançaram mão de todas as tecnologias disponíveis para melhoramento de seus processos e aumentaram a qualidade dos serviços e produtos. Atualmente é impensável que alguma empresa consiga ainda sobreviver sem lançar mão das vantagens da tecnologia. O mundo esta informatizado. E a internet foi talvez uma das invenções mais influentes do século XX.

No inicio do advento dessa nova pratica, as empresas viam o investimento em tecnologia como algo custoso e sem muito retorno financeiro, mas com o tempo e com o grande desenvolvimento dessa área, as empresas reconheceram o grande valor da tecnologia da informação e o quanto ela pode enriquecer o processo organizacional. Atualmente todas as áreas organizacionais podem usufruir dos benefícios da tecnologia para agregar valor, agilidade e qualidade a seus produtos.

A informática para as organizações é uma importante arma de gestão, capaz de aperfeiçoar processos e aumentar o nível de operacionalidade das decisões. A própria competitividade do mercado exige habilidade das empresas, e ao lançar mão das tecnologias elas têm conseguido também baixar custos de produtos e torná-los mais competitivos ao mercado.

Há de se destacar porem, que a tecnologia por si só não é capaz de garantir grandes resultados a organização, ela tem que estar atrelada a um projeto de gestão de forma que venha a ser mais uma ferramenta para se atingir os objetivos da organização. E, além disso, todos os profissionais que compõem a organização devem estar atentos aos benefícios dessa tecnologia, cientes das estratégias e de seu melhor uso. Se a empresa consegue unir a tecnologia disponível aos objetivos da organização, sem duvida TI será decisiva para o sucesso.

sábado, 28 de novembro de 2009

Grande exemplo!!



Esse video é uma grande lição. O palestrante fala perfeitamente do exemplo de empreendedor que foi Jesus Cristo. E como ele mesmo diz: "Você pode não acreditar nesse homem, mas tem que respeitar seu exemplo!!"

Início!!






 Antes de pensar em administrar qualquer coisa temos que primeiro administrar nossa VIDA, e não há lucro maior que poderiamos receber se não a FELICIDADE!!
Achei esse texto de FERNANDO PESSOA perfeito pra iniciar meu blog, espero que gostem!!!BJOS!!



Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
Mas não esqueço de que minha vida
É a maior empresa do mundo…
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
Se tornar um autor da própria história…
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
Um oásis no recôndito da sua alma…
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “Não”!!!
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta…

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…